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Pra quem ainda não sabe…

Melhor Filme:
“Roupas no Varal” (UFBA)

Melhor Filme Voto Popular:
“Roupas no Varal” (UFBA)

Melhor Diretor:
SILAS AGUIAR (PUC Minas), filme “A Mancha”

Melhor Produtor:
TAINÃ SENNA (PUC Minas), com o filme “A Mancha”

Melhor Fotógrafo:
BÁRBARA PROFETA (PUC Minas), com o filme “A Mancha”

Melhor Editor:
MATHEUS PIRAJÁ (UFBA), com o filme “Roupas no Varal”

Melhor Roteiro:
MATHEUS PIRAJÁ, ANANDA LIMA, PEDRO CAVALCANTI, MARCUS CURVELO, MAURÍCIO LÍDIO, (UFBA), com o filme “Roupas no Varal”.

Melhor Figurinista:
THAÍS BICHARA (UFBA), com o filme “Roupas no Varal”

Melhor Direção de Arte:
MARCUS CURVELO (UFBA), com o filme “Roupas no Varal”.

Melhor Som:
ANANDA LIMA (UFBA), com o filme “Roupas no Varal”.

Melhor Atriz Coadjuvante:
FERNANDA LOBO (Cataguases/Brasil), com o filme “Roupas no Varal”.

Melhor Ator Coadjuvante:
GABRIEL PEREIRA DA SILVA (Leopoldina/Brasil), com o filme “A Mancha”

Melhor Trilha Sonora:
“Roupas no Varal” (UFBA)

Resumo:

Prêmios:
“A Mancha” (PUC Minas): 4 prêmios (Diretor, Produtor, Fotógrafo, Ator Coadjuvante)
Roupas no Varal – UFBA: 9 prêmios (Editor,  Roteiro, Figurinista, Direção de Arte, Som, Atriz Coadjuvante, Trilha Sonora, Melhor Filme, Melhor Filme Voto Popular)

Votação Popular

Filme “Roupas no Varal”: 141 votos
Filme “A Mancha”: 107 votos.

Melhor Filme Documentário:
A ESPERA NO QUINTAL – Moçambique/Brasil.

Melhor Diretor:
EMÍDIO HILÁRIO (Maputo/Moçambique), com o filme “A Espera no Quintal”.

Melhor Produtor:
AMANDA ROMERO FAULHABER (Cataguases/Brasil) com o filme “A Espera no Quintal”.

Melhor Fotógrafo:
LEANDRO CUNHA (João Pessoa/Brasil), com o filme “Contracorrente”.

Melhor Editor:
BRUNO DIEGO (Cataguases/Brasil) e ISMAEL FARIAS (João Pessoa/Brasil), com o filme “Contracorrente”.

Melhor Roteirista:
LUIZ FERNANDO (Cataguases/Brasil), com o filme “Cicatrizes”.

Melhor Som:
DAVID MEDINA (Mindelo-Cabo Verde), com o filme “Tempo-de-criança”.

Melhor Trilha Sonora:
Filme “ESCRITO NAS TELHAS” – Portugal/Brasil.

Melhor Produtor pelos consultores:
FELIPE CARVALHO (Cataguases/Brasil), com o filme “Escrito nas Telhas” – Portugal/Brasil.

Melhor Filme Documentário Voto Popular:
“CONTRACORRENTE” – João Pessoa/Cataguases/Brasil

Resumo

Prêmios:
A Espera no Quintal – 4 prêmios (Diretor, Produtor, Roteiro, Melhor Documentário) – Maputo/Moçambique – Cataguases/Brasil.
Contracorrente – 3 prêmios ( Fotógrafo, Editor, Melhor Documentário Voto Popular) – João Pessoa – Cataguases/Brasil
Escrito nas Telhas – Portugal: 2 prêmios (Trilha Sonora, Melhor Produtor pelos consultores) – Lagos/Portugal – Cataguases/Brasil.
Tempo-de-criança – 1 prêmio (Som) – Mindelo/Cabo Verde – Cataguases/Brasil.

Votação Popular:
Contracorrente – Paraíba: 76 votos
A Espera no Quintal Moçambique: 72 votos
Tempo-de-criança – Cabo Verde: 36 votos
CicatrizesAngola: 32 votos
Escrito nas Telhas – Portugal: 24 votos

e.com-colaboradora:

Edição: Tainah Cúrcio

Imagem e Informações: Site Festival Ver e Fazer Filmes

Cinema Itinerante com Ruffato

Segunda feira dia 9, aconteceu na FIC (Faculdades Integradas de Cataguases) o evento especial do projeto Tela Viva de Cinema Itinerante “Cinema e Literatura”- com participação de Luiz Ruffato.

A proposta era dar chance ao autor para falar sobre sua obra e explicar a respeito de ser homenageado no Festival. Foi realmente gratificante ouvir o que esse artista pensa sobre modéstia em meio a prêmios, Cataguases, literatura e Festival. Ruffato se mostrou uma pessoa simples e contagiante e deixou todos impressionados com o poder de suas palavras.

O mesmo projeto foi sediado na Escola Municipal Lysis Brandão da Rocha (CAIC), onde Ruffato falou sobre sua tragetória pela literatura, as dificuldades enfrentadas na infância e como superou os obstáculos da vida, comentou sobre as escolas Flávia Dutra e Antônio Amaro, onde estudou por muito tempo.

Também falou sobre a importância do estudo na vida do cidadão e que só isso pode trazer melhorias e formação de estrutura para os problemas que possam vir futuramente. Agradeceu pela homenagem e pela produção dos curtas baseados em seus sete contos.

e-com.colaboradora

Texto e edição: Carô (comunidade Terra) e Roni (comunidade Ar)

Cataguases ganha um charme a mais do dia 3 ao dia 14 de Agosto deste ano. Nossa pequena cidade une a receptividade interiorana de nossa terra com o jeitinho caloroso dos mineiros. Dessa mistura só poderia acarretar numa grande festa, ou melhor num grande Festival.

Fazer um filme parecia algo inusitado para nossa população cataguasense, mas como é bom passear pelos sets de filmagens e pelos corredores do Festival e ver uns ” pães de queijo” atuando ou auxiliando nesse magnífico projeto.

Sem dúvida essa segunda edição do Festival Ver e Fazer Filmes veio para somar ainda mais em nossa vasta cultura. Tudo isso é uma boa maneira de descobrir novos talentos, homenagear os já existentes e valorizar ainda mais o cinema nacional e a nossa Cataguases (palavra que vem do Tupi-Guaraní que significa: “Terra de gente boa”).

e-com.colaborador

Foto, texto e edição: Gabriel Nunes (Comunidade Fogo)

Primeira visita à Fábrica do Futuro

A Sessão Ver do Festival Ver e Fazer Filmes,teve inicio nesta terça-feira, dia 3 de agosto, com a sessão comentada ‘Os filmes que não fiz’, de Gilberto Scarpa. 

O filme foi exibido na Fábrica do Futuro, onde cidadãos da cidade de Cataguases puderam acompanhar gratuitamente a sessão no jardim da Fábrica.

Os filmes vão ser exibidos em diferentes pontos da cidade, com produções nacionais e internacionais de língua portuguesa. Os interessados poderão acompanhar a programação pelo site Ver e Fazer Filmes.

Foi realizado ao término da exibição de filmes um coquetel para os presentes.

e-com.colaboradores

Texto: Roni Teodoro (comunidade Ar)  e Carô (comunidade Terra)
Edição: Gabriel Nunes (comunidade Fogo)