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A Casa de Cultura Simão apresenta o show “Da cor da pele”, com Thaylis Carneiro, uma das mais importantes vozes da região"Da cor da pele" propõe uma viagem pelo Brasil caboclo, mulato, cafuzo. Brasil nos tambores de Minas aos da Bahia, no pandeiros do Rio de Pixinguinha aos de Jackson do Pandeiro (Nordeste). è o samba na sua raiz, emaranhado nos braços da viola. É nessa viagem que Thaylis Carneiro, acompanhada pelo pandeiro de Gabriel Nunes e o violão de Camilo Silva, leva para o palco a essência da sua identidade. Pedindo licença, ela mergulha no universo da cultura popular, interpretando composições de Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, Chico Buarque, Tom Jobim, Geraldo Vandré e outros grandes nomes.Dia 22 de Dezembro de 2010(quarta-feira), às 20h 30minAnfiteatro Ivan Müller Botelho(Café do Museu)Av. Astolfo Dutra,41 - CentroCataguases-MgRetire seu ingresso gratuitamente no local 30 minutos antos do início do eventoInfromações: (32) 3421-2622www.casasimao.org.brRealização: Casa de Cultura Simão
Patrocínio: Bauminas, Hidroazul, Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Governo de Minas
Apoio: Fundação Simão José Silva, Energisa, Fundação Ormeo Junqueira Botelho

e-com.colaborador:Edição: Gabriel NunesTexto: Thaylis Carneiro

A Casa de Cultura Simão apresenta o show “Da cor da pele”, com Thaylis Carneiro, uma das mais importantes vozes da região


"Da cor da pele" propõe uma viagem pelo Brasil caboclo, mulato, cafuzo. Brasil nos tambores de Minas aos da Bahia, no pandeiros do Rio de Pixinguinha aos de Jackson do Pandeiro (Nordeste). è o samba na sua raiz, emaranhado nos braços da viola. É nessa viagem que Thaylis Carneiro, acompanhada pelo pandeiro de Gabriel Nunes e o violão de Camilo Silva, leva para o palco a essência da sua identidade. Pedindo licença, ela mergulha no universo da cultura popular, interpretando composições de Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, Chico Buarque, Tom Jobim, Geraldo Vandré e outros grandes nomes.

Dia 22 de Dezembro de 2010

(quarta-feira), às 20h 30min
Anfiteatro Ivan Müller Botelho
(Café do Museu)
Av. Astolfo Dutra,41 - Centro
Cataguases-Mg

Retire seu ingresso gratuitamente no local 30 minutos antos do início do evento
Infromações: (32) 3421-2622
www.casasimao.org.br

Realização: Casa de Cultura Simão

Patrocínio: Bauminas, Hidroazul, Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Governo de Minas

Apoio: Fundação Simão José Silva, Energisa, Fundação Ormeo Junqueira Botelho

e-com.colaborador:
Edição: Gabriel Nunes
Texto: Thaylis Carneiro


Uma nova adaptação cinematográfica do livro "Meu Pé de Laranja Lima", de José Mauro de Vasconcelos, está sendo filmada na Zona da Mata de Minas Gerais.

Roteirizado e dirigido por Marcos Bernstein, a história da vida do garoto Zezé, que se refugia da incompreensão e falta de afeto em seu mundo imaginário, chega ás telas com uma nova percepção. “Um épico intimista, onde o espectador se emocionará com o olhar carinhoso sobre os personagens e se deslumbrará com a grandeza das imagens da imaginação de Zezé”, comenta o diretor.

Responsável pelo sucesso dos roteiros de “Central do Brasil”, de Walter Salles, e mais recentemente de “Chico Xavier”, de Daniel Filho, Marcos Bernstein assina também a direção do premiado filme “O Outro Lado da Rua”, com Fernanda Montenegro e Raul Cortez.

De acordo com Bernstein, “Meu Pé de Laranja Lima” será feito do contraste dos pequenos momentos da vida diária de Zezé, com grandes imagens, quase épicas das fantasias.
As montanhas de Minas Gerais e o ar bucólico do interior da região da Zona da Mata trouxeram a equipe do filme a Piacatuba e Abaíba, distritos de Leopoldina; Aracati, distrito de Cataguases e à cidade de Recreio, locais que são os cenários desse drama infantil que promete emocionar.
O filme inaugura o Pólo Audiovisual de Cataguases em parceria com a Fundação Ormeo Junqueira, Fábrica do Futuro, Instituto Cidade de Cataguases e Instituto Francisca de Souza Peixoto.
"Meu Pé de Laranja Lima" é uma história de amor e amizade tão tocante quanto o mais improvável dos encontros.O elenco do filme é composto em sua maioria por atrizes e atores mineiros.



Elenco:

José de Abreu - Portuga

João Guilherme Ávila - Zezé

Fernanda Viana - Selma

Eduardo Dascar - Paulo

Tino Gomes - Ariovaldo

Leônidas Furtado - Luís

Káthia Calil - Jandira

Emiliano Queirós - Tio Edmundo

Inês Peixoto - Cecília Paim

Fernanda Lobo - Diretora da Escola

Eduardo Moreira - Ladislau



Orçado em mais de R$3.000.000,00 o filme conta com os patrocínios do BNDES, da Petrobras e Energisa, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais; com a distribuição da Imovision para o mercado latino americano e com a comercialização internacional da Elle Driver. O que confirma a grande qualidade do projeto.


A equipe técnica é formada por excelentes profissionais do Rio de Janeiro e Minas Gerais: Produtora: Kátia Machado, Produtora Executiva: Elza Cataldo, Roteiro: Marcos Bernstein e Melaine Dimantas, Direção de Fotografia: Gustavo Hadba, Direção de Arte: Bia Junqueira, Produtora de Objeto: Renata Martins Figurinista: Luciana Buarque, Cenógrafo: Ricardo Ferreira, Diretora de Produção: Joana Araújo e Som: Gustavo Campos, entre outros.


Acesem o blog do filme e fique por dentro de tudo que está rolando nas filmagens > http://meupedelaranjalimaofilme.blogspot.com/




e-com.colaborador:

Texto: Fernanda Brasileiro - Assessoria de Imprensa
Edição: Gabriel Nunes

Vamos lutar pela preservação do Cine-Teatro Edgar!!!


O ministro Juca Ferreira, da Cultura, promete empenho para evitar o fechamento do Cine Edgar, único de Cataguases, MG.

Como saiu aqui, a sala, onde o pai do cinema brasileiro, Humberto Mauro, exibiu “Na primavera da vida”, em 1926, está para virar… supermercado. Coluna do Ancelmo Góis - O Globo

Um povo só é conhecido através de suas origens, de suas histórias, de suas tradições; enfim de sua Cultura. É inadimissível que baixemos nossas cabeças e simplesmente deixemos de lado o que está acontecendo dentro de nossa cidade.

O Cine Edgard foi uma das primeiras salas de cinema do Brasil. Atualmente sua tela de projeção é a maior, se falando de dimensões, da América Latina.

Durante a edição do Segundo Festival Ver e Fazer Filmes todos os atores, cineastas e profissionais que estavam trabalhando no evento se sensibilizaram com a idealização do Cesar piva - gestor da Fábrica do Futuro - e decidiram gravar um curta com plano-sequência como manifesto ao término do lendário cinema de Cataguases, o Cine-teatro Edgard.

"Estamos aqui juntos nesse cinema que o emblema é um mito, é um momento, é um templo do cinema brasileiro, onde Humberto Mauro iniciou-se." Maurice Capovilla

"É preciso preservar esse cinema! É preciso, preservar essa sala, porque ela é o destino do futuro do cinema brasileiro." Maurice Capovilla

"Querem fazer do cinema, das salas de cinemas, mercadinho. Querem fazer dos filmes brasileiros, filmes de mercado[…] Querem transformar cachoeiras de Humberto Mauro em piscinas cheias de ladrilhos" Carlos Larceda (Bigode)

Não podemos deixar nossa cultura ser vendida pelo capitalismo. Vamos erguer nossas cabeças e trabalhar juntos para que esse absurdo não vá adiante. Vamos trabalhar para que nossa história não seja apagada. Vamos trabalhar porque o Cine Edgard é de toda a população.


"O Filme “Regard Edgar– uma fita manifesta”, é uma campanha em defesa do
Cine Teatro Edgard de Cataguases, tombado pelo IPHAN em 1994 e hoje em
péssimas condições. Uma atitude pública pela recuperação de um
patrimônio cultural brasileiro em uma cidade considerada berço do
cinema nacional, sobretudo, por meio da obra de Humberto Mauro…. Essa
campanha começa na Internet e esperamos ganhar, em breve, difusão em
canais de TV e Festivais. Contamos com o seu apoio - Divulgue!” Gustavo Baldez

Esse trabalho não é só do e-com.lab e sim de toda a população que se indigna com o que está ocorrendo em nossa cidade!

Muito Obrigado pela atenção de todos vocês!

e-com.colaborador
Texto e Edição: Gabriel Nunes e Fábrica do Futuro
Vídeo: Fábrica do Futuro

(Reblogged from ecomlab)

Festival de cinema abre espaço para novos talentos

Está no ar a 2ª edição do Festival Ver e Fazer Filmes. De três a quatorze de agosto, Cataguases (MG) será o set de filmagem de um expressivo evento de formação cultural no país. Só pra entender um pouco melhor…O que acontece durante estes dias?


O Festival está dividido da seguinte maneira: a etapa Fazer, que irá resultar na produção de dois curtas-metragens de ficção e cinco documentários - com a participação de duas universidades e cinco equipes de jovens do Brasil e de países de língua portuguesa. Todas as produções são baseadas na obra do escritor e jornalista cataguasense, Luiz Ruffato.

Já a etapa Ver tem ações especialmente organizadas para o público infanto juvenil, com exibições de filmes em sessões comentadas, oficinas-relâmpago, palestras e mostras especiais. Aqueles, que não estão participando diretamente, poderão assistir às apresentações, no último dia do evento, quando os filmes serão submetidos a júri popular e especializado, concorrendo ao troféu Câmera na Cabeça. O local de exibição vai ser o Centro Cultural Humberto Mauro.

Texto: Tetê Ladeira (Comunidade e-com.lab Fogo)
Foto: ZB